Mostrar mensagens com a etiqueta Proliga. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Proliga. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Pequenas diferenças de leitura.

Duas formas diferentes de ver a mesma situação:
Leiam o comentário ao vídeo em:
e em
http://rjmbasket.blogspot.com/search/label/Tecnica%20Individual%20Ofensiva, neste último no artigo velocidade de execução.
As duas leituras apresentadas, mostram muitas das diferenças, entre o basquetebol(zinho) nacional e o Basquetebol da Europa.
Pessoalmente considero o trabalho de Norel fantástico.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Uma faca com dois gumes...

Por um lado acho vergonhoso:
"Não ter a equipa sempre disponível é outro grande problema para o líder da formação alentejana. “Só treinamos todos juntos três vezes por semana. Se jogamos em casa treinamos também da parte da manhã; aproveitamos para fazer trabalho táctico e de lançamento”. E se a isto associarmos o facto de os treinos se dividirem entre Lisboa e Ponte de Sôr, a tarefa torna-se ainda mais complicada. “Alguns atletas estudam em Lisboa, um está na Covilhã e outro trabalha em Évora. Para conseguir juntá-los temos de fazer grandes sacrifícios”, admite Andriy."
Note-se que estámos a falar da segunda Liga Portuguesa, a tão generosamente apelidada por muitos da verdadeira Liga portuguesa. No mínimo estas situações demonstram o quanto vai mal o nosso basquete. E saliente-se que nesta situação, como em muitas outras, o único culpado não é treinador.

Por outro lado é de aplaudir.
"Mas nem os três desaires consecutivos fazem o treinador ceder à tentação de recrutar mais um estrangeiro – possibilidade que ainda tem em aberto –, apesar de lhe ter sido dada abertura nesse sentido. “Tenho vários jogadores formados no clube com talento. O que eles precisam é de tempo de jogo, de modo a ganharem experiência. Se viesse mais um estrangeiro nesta altura iria roubar espaço e minutos aos jovens em quem eu deposito confiança e prefiro apostar”. "

Excertos da entrevista de Andriy Melnychuk, treinador do Eléctrico de Ponte de Sôr, ao site da FPB.

E depois queremos apurar para europeus, deixem-me rir.

domingo, 19 de outubro de 2008

Queluz vence em Belém

Gostei de ver jogar o Quleuz, em especial um jovem que não conhecia, Frederico Tavares, bom jogo também do Josimar.
Bastante agradável o jogo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Acredito (ou não) que uma boa defesa pode ganhar campeonatos, enquanto o ataque apenas pode ganhar alguns jogos!

De volta à escrita para comentar as declarações do Emanuel Seco ao PlanetaBasket.
Em primeiro lugar referir que admiro muito o Emanuel como treinador, que considero que teve uma má escolha na sua passagem pela extinta LCB, mas que apesar de tudo gostava de ver a sua equipa do Aveiro Basket jogar, como antes gostava de ver o Sangalhos.
No entanto incomoda-me esta tendência dos treinadores de dizer isto:

"Qual destas fases do jogo privilegia: Defesa ou Ataque?
Claramente a defesa! Acredito que uma boa defesa pode ganhar campeonatos, enquanto o ataque apenas pode ganhar alguns jogos!"

in Planeta Basket
São ideias como esta, tão incutidas nas mentes dos nossos treinadores, que transformaram o nosso Basket num jogo pouco espectacular e pouco criativo. São ideias como esta que nos continuam a deixar longe do Basket Europeu, observem o Basquetebol Nacional e Europeu, e vejam que a nossa maior distância para a Europa está claramente no ataque e não na defesa.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

O que mudou com a LPB?

A nova competição está ai, a maioria das equipas já está a treinar, altura de pensar o que mudou?
Para já piorou a informação, antes existia um site, que embora tivesse vindo a decair na sua actualidade dava alguma informação, agora temos o site da FPB, que a única notícia que colocou foi sobre o "logotipo".
Este ano efectivamente temos mais equipas, dez, vinte e duas, entre um número e outro estará a virtude, aumentará a qualidade, duvido!
Menos estrangeiros, de cinco para três, agora veremos quantos minutos de jogo terão os portugueses, efectivamente, ou teremos uma diminuição do ritmo de jogo para que os estrangeiros possam jogar os 40 minutos e no fim os portugueses voltam a jogar o mesmo?
Gostaria de ler outros contributos sobre as possiveis melhorias!

terça-feira, 1 de julho de 2008

A nova Liga Portuguesa

Abaixo a descrição do modelo que eu gostava, está em Castelhano, mas espero que entendam!
Mas era possível melhorar este 12+12 se:
1-As equipas das duas "divisões" tivessem (se quisessem) o mesmo número de estrangeiros!
2-Nos primeiros doze, LPB, só os seis primeiros apurassem para o play-off, o 7º e o 8º iam discutir uma pré-eliminatória, com os 1º e 2º da Proliga. Dai saiam os dois que se juntavam aos seis previamente apurados!
3-Os dois primeiros da Proliga asseguravam automaticamente a subida!
4-O Vencedor da fase regular da Proliga era o Campeão!
5-o 11º e o 12º Classificados da LPB eram despromovidos automaticamente!
6-O 9º e o 10º da LPB, disputavam um play off, com 3º, 4º, 5º, 6º, 7º e 8º da Proliga para assegurar mais dois lugares, na LPB, da época seguinte. Os quatro últimos da Proliga disputam a permanência, 9º vs 12º + 10º vs 11º, os derrotados desciam! Os vencedores disputavam outra série, oi vencedor ficava, o derrotado disputava um play-off com o vencedor do Play-off entre 2º CNB1 Norte vs 2º CNB1 Sul, para discutir um terceiro lugar na Proliga.
Permitia-se maiores mudanças e competitividade.
Aqui vai um modelo dos inícios da ACB...
Hay quién aún añora el sistema de grupo par e impar y posterior A1 y A2 de las primeras temporadas de la ACB. Se trató de una revolución respecto al sistema de liga tradicional (como la de fútbol) existente en ese momento. El sistema era más o menos el siguiente:
Dieciseis equipos (primera y fundamental diferencia con el sistema actual) divididos en dos grupos de ocho: Par e Impar. El por qué de este nombre para los grupos va unido irremediablemente al sistema por el que cada equipo va a parar a uno o a otro: El grupo Par lo conformarán cada año el equipo que quedó segundo el año anterior, el que quedó cuarto, el sexto, etc… y el segundo ascendido; el grupo Impar lo conformarán el campeón del año anterior, el tercero, el quinto… y el primer ascendido.
Doble vuelta “estándar” en cada grupo. Los cuatro primeros de cada grupo forman la A-1 y los cuatro siguientes la A-2 arrastrando los resultados de la primera fase con los equipos con los que ya se han enfrentado. Doble vuelta “estándar” y tras ella los cuatro primeros de la A-1 están directamente clasificados para cuartos de final donde esperan que los cuatro últimos de la A-1 y los cuatro primeros de la A-2 se enfrenten en playoff al mejor de tres partidos con ventaja de campo para el mejor clasificado y cruce inverso; es decir: quinto de A-1 contra cuarto de A-2, sexto de A-1 contra tercero de A-2, séptimo contra segundo y octavo contra primero.
Los cuatro últimos de la A-2 se juegan los dos descensos en playoffs, por supuesto. Los primeros años todos los playoffs eran a tres partidos. Más adelante se pasó a poner alguna eliminatoria a cinco y posteriormente se tuvo la brillante idea de ampliar a 24 equipos con una primera fase de dos grupos de 12 y una segunda de tres grupos de ocho con un factor de corrección y unas reglas que, según dicen, no las terminaron de entender ni los que la inventaron.
Ventajas enormes de este sistema: cada partido es muy importante. En los catorce primeros te juegas entrar en la A-1 (salvación ya garantizada) o la A-2. A continuación, en otros catorce te juegas pasar la primera ronda exento o no (y en qué posición) si estás en la A-1 y si juegas playoffs por el título o por no descender si estás en la A-2. Es decir, otra ventaja: los diecieis equipos juegan playoff (aunque cuatro de ellos de descenso, vale). Además, una vez constituidos los grupos A-1 y A-2 cada semana había partidos a vida o muerte tanto por arriba como por abajo. Cada semana había un Real Madrid-Joventut o un Barcelona-CAI o un Licor 43-Barcelona o Estudiantes-Real Madrid (y con casi total seguridad, con un resultado muy importante para la clasificación final). Otra ventaja que no deriva directamente del sistema en sí: al ser 16 equipos, el nivel es mejor que en una liga de 18, 20 o 24 como llegó a ser.
Desventajas: No se juegan todos contra todos. Puede ser que, de un año para otro, los grupos Par-Impar queden algo descompesados, aunque la propia competición los corregía (y no el maldito e incomprensible factor de corrección) en el grupo A-1… o en el A-2. Desde el punto de vista del aficionado de un club modesto que no consigue pasar a la A-1 tiene la desventaja de ver sólo a los equipos “grandes” del grupo en que se encontrar en primer lugar.
¿Alguna ventaja más? ¿Alguna desventaja? Es claramente irrealizable ahora mismo, sobre todo por la reducción de equipos (¿Obradoiro?), pero tiene una virtud respecto al actual que es donde más flaquea lo que tenemos ahora mismo: mayor importancia de cada partido de “liga regular”… Más aún si inventamos cómo repartimos Euroliga y competiciones europeas y cómo cogemos a los equipos que van a la Copa.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Campeão despedido!


Neven Spahija, foi despedido do TAU depois de ter vencido a ACB, com um esclarecedor 3-0 ao FC Barcelona! O presidente do TAU é mesmo um tipo estranho!
Entretanto Scariolo também saiu do Unicaja de Málaga!
Cá também o campeão Manuel Póvea saiu da Ovarense, embora por razões diferentes.

Muitas movimentações em Portugal e em Espanha neste verão.

domingo, 1 de junho de 2008

Para rir

"Foi transmitido na SPORTTV2 o Jogo 3 da Final de 2008 da Proliga. A equipa da Física BES Leasing venceu o Vitória M. Couto Alves por 96-79. Como o vencedor do jogo estava encontrado, face à vantagem amealhada pela equipa de Torres Vedras, os treinadores fizeram algumas substituições e puseram em campo jogadores que raramente entram.
E eis que quando faltavam 34 segundos para terminar o jogo, José Tavares coloca em campo António Joaquim.
Os comentadores dizem que acham bem que os treinadores dêem oportunidades aos jogadores menos utilizados para mostrarem o seu valor, e que até é um voto de confiança para esses mesmos jogadores.
Ora…sem querer criticar as opções dos treinadores ou o valor dos jogadores, ainda estou a tentar entender as palavras de ...? Voto de confiança?
Sem dúvida que os jogadores menos utilizados no jogo têm um papel muito importante ao longo da semana de trabalho, e mesmo durante o jogo podem contribuir de diversas formas para o triunfo da equipa, mesmo que não sejam utilizados. Podem até ser jogadores com boa margem de progressão e capacidade para no futuro terem algum destaque na modalidade. Mas será que o treinador que trabalha diariamente com a equipa não conhece o valor dos seus jogadores? É naqueles 34 segundos que o jogador vai mostrar mais do que na semana de treinos?
Oportunidade? Voto de confiança? Só se for a que a SPORTTV está a dar…
"


Para rir a figura ridícula dos comentadores. Infelizmente um deles tem grandes responsabilidades no Basquetebol Português, e estes comentários são só a gota de água, num grande oceano de barbaridades...