Vale a pena ler já deixei o meu comentário.
http://seis25.wordpress.com/2010/01/13/recordar-e-viver-uma-equipa-que-em-11-anos-ganhou-10-campeonatos/
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
"Tirou-me as palavras da boca"
Tirou-me as palavras da boca, ou dito de outra forma não posso concordar mais.
Entrevista de João Freitas, retirado do Blog do "Coach" Mário Silva:
" O panorama da competição parece-me, contudo, que em pouco se vai alterar. As dificuldades das equipas em arranjarem e desenvolverem projectos credíveis vai ser uma realidade. Penso que assistiremos em muitas equipas (mais uma vez) a uma cultura de quase sobrevivência." "A crise não pode servir como desculpa para se fazer menos. Em tempos de crise é que se vêem as lideranças fortes e competentes. Na ausência destas então a crise far-se-á notar ainda mais. Mas penso que a crise em que nos encontramos é muito mais grave do que a crise económica geral. ""A glória dos treinadores dos clubes de menor dimensão é contribuir para a valorização das suas equipas e dos seus jogadores. Porque títulos é cada vez mais difícil. Se neste processo os jogadores se valorizam, então temos parte da nossa missão cumprida. ""Para mim essa sempre foi uma falsa questão. Vejam os plantéis das equipas da ACB. Espanhóis que são só campeões europeus e do mundo. E vejam a constituição das melhores equipas das melhores ligas europeias. Vejo que todos esses países já ultrapassaram isso. E nós aqui, coitadinhos dos portugueses, que a culpa dos nossos males é dos malvados dos estrangeiros. Haja paciência para tamanhas enormidades. Defendo e sempre defendi que competência não é nacionalidade e não é assim que quem quer ser jogador de basquetebol de alto nível vai trabalhar mais ou ser melhor. "Isso prova o quanto baixámos nos nossos níveis competitivos. Hoje as competições europeias são vistas como mais uma despesa que os clubes têm em vez de projecção do seu nome e do Basquetebol do País que representam. Mais um exemplo do tão baixo que chegamos. E mais grave, dos treinadores nem um palavra sobre isso. Também não admira. São cada vez menos os que têm capacidade para dizer que sim ou que não " .
Entrevista de João Freitas, retirado do Blog do "Coach" Mário Silva:
" O panorama da competição parece-me, contudo, que em pouco se vai alterar. As dificuldades das equipas em arranjarem e desenvolverem projectos credíveis vai ser uma realidade. Penso que assistiremos em muitas equipas (mais uma vez) a uma cultura de quase sobrevivência." "A crise não pode servir como desculpa para se fazer menos. Em tempos de crise é que se vêem as lideranças fortes e competentes. Na ausência destas então a crise far-se-á notar ainda mais. Mas penso que a crise em que nos encontramos é muito mais grave do que a crise económica geral. ""A glória dos treinadores dos clubes de menor dimensão é contribuir para a valorização das suas equipas e dos seus jogadores. Porque títulos é cada vez mais difícil. Se neste processo os jogadores se valorizam, então temos parte da nossa missão cumprida. ""Para mim essa sempre foi uma falsa questão. Vejam os plantéis das equipas da ACB. Espanhóis que são só campeões europeus e do mundo. E vejam a constituição das melhores equipas das melhores ligas europeias. Vejo que todos esses países já ultrapassaram isso. E nós aqui, coitadinhos dos portugueses, que a culpa dos nossos males é dos malvados dos estrangeiros. Haja paciência para tamanhas enormidades. Defendo e sempre defendi que competência não é nacionalidade e não é assim que quem quer ser jogador de basquetebol de alto nível vai trabalhar mais ou ser melhor. "Isso prova o quanto baixámos nos nossos níveis competitivos. Hoje as competições europeias são vistas como mais uma despesa que os clubes têm em vez de projecção do seu nome e do Basquetebol do País que representam. Mais um exemplo do tão baixo que chegamos. E mais grave, dos treinadores nem um palavra sobre isso. Também não admira. São cada vez menos os que têm capacidade para dizer que sim ou que não " .
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Acredito (ou não) que uma boa defesa pode ganhar campeonatos, enquanto o ataque apenas pode ganhar alguns jogos!
De volta à escrita para comentar as declarações do Emanuel Seco ao PlanetaBasket.
Em primeiro lugar referir que admiro muito o Emanuel como treinador, que considero que teve uma má escolha na sua passagem pela extinta LCB, mas que apesar de tudo gostava de ver a sua equipa do Aveiro Basket jogar, como antes gostava de ver o Sangalhos.
No entanto incomoda-me esta tendência dos treinadores de dizer isto:
"Qual destas fases do jogo privilegia: Defesa ou Ataque?
Claramente a defesa! Acredito que uma boa defesa pode ganhar campeonatos, enquanto o ataque apenas pode ganhar alguns jogos!"
in Planeta Basket São ideias como esta, tão incutidas nas mentes dos nossos treinadores, que transformaram o nosso Basket num jogo pouco espectacular e pouco criativo. São ideias como esta que nos continuam a deixar longe do Basket Europeu, observem o Basquetebol Nacional e Europeu, e vejam que a nossa maior distância para a Europa está claramente no ataque e não na defesa.
Em primeiro lugar referir que admiro muito o Emanuel como treinador, que considero que teve uma má escolha na sua passagem pela extinta LCB, mas que apesar de tudo gostava de ver a sua equipa do Aveiro Basket jogar, como antes gostava de ver o Sangalhos.
No entanto incomoda-me esta tendência dos treinadores de dizer isto:
"Qual destas fases do jogo privilegia: Defesa ou Ataque?
Claramente a defesa! Acredito que uma boa defesa pode ganhar campeonatos, enquanto o ataque apenas pode ganhar alguns jogos!"
in Planeta Basket São ideias como esta, tão incutidas nas mentes dos nossos treinadores, que transformaram o nosso Basket num jogo pouco espectacular e pouco criativo. São ideias como esta que nos continuam a deixar longe do Basket Europeu, observem o Basquetebol Nacional e Europeu, e vejam que a nossa maior distância para a Europa está claramente no ataque e não na defesa.
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sábado, 6 de setembro de 2008
Não há milagres!
Dois jogos, duas derrotas a segunda, perante a Macedónia, por números muito altos.
No fundo de volta à normalidade, aquilo que efectivamente valemos. Andámos foi distraídos durante dois anos.
Vamos ver se fugimos à luta pela Divisão B, por onde podem vir a andar selecções como a Italiana.
No fundo de volta à normalidade, aquilo que efectivamente valemos. Andámos foi distraídos durante dois anos.
Vamos ver se fugimos à luta pela Divisão B, por onde podem vir a andar selecções como a Italiana.
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
O que mudou com a LPB?
A nova competição está ai, a maioria das equipas já está a treinar, altura de pensar o que mudou?
Para já piorou a informação, antes existia um site, que embora tivesse vindo a decair na sua actualidade dava alguma informação, agora temos o site da FPB, que a única notícia que colocou foi sobre o "logotipo".
Este ano efectivamente temos mais equipas, dez, vinte e duas, entre um número e outro estará a virtude, aumentará a qualidade, duvido!
Menos estrangeiros, de cinco para três, agora veremos quantos minutos de jogo terão os portugueses, efectivamente, ou teremos uma diminuição do ritmo de jogo para que os estrangeiros possam jogar os 40 minutos e no fim os portugueses voltam a jogar o mesmo? Gostaria de ler outros contributos sobre as possiveis melhorias!
Português na Euroliga
A notícia abaixo está no site da Euroliga, nem que seja do banco da Ovarense para o banco do Partizan, só uma palavra, DORMIR! É o que andámos por cá a fazer, e depois não me venham com as tretas dos estrangeiros, etc! Os treinadores têm medo de arriscar!
"Serbian champion Partizan on Friday announced the signing of teenaged swingman Joao Soares, who won the Portuguese League title last season with his hometown team, Ovarense Aerosoles. Soares (196, 18) was a member of Portugal Under-18 national team this summer. At the European B Division tournament, he scored 34 points against Belarus in a game scouted by Partizan head coach Dusko Vujosevic, who recruited Soares to join the team and compete in Euroleague next season. Soares has spent the last three seasons with Ovarense and also won the Portuguese Cup with the team last season. In the ULEB Cup, he played only a few minutes in two games, however."
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segunda-feira, 28 de julho de 2008
Portugal no Europeu de Sub 18 Divisão B

Portugal em três jogos conseguiu duas vitórias nesta prova. A Selecção Portuguesa começou mal, com uma derrota perante os ingleses, mas redimiu-se depois com vitórias sobre a Bielorússia e Roménia. Quando ainda falta disputar uma jornada, a equipa nacional pode ainda ficar entre os dois primeiros do grupo, classificação que permitirá continuar a disputar a subida à Divisão A.
Os jogadores mais importantes têm sido o Ovarense, João Soares, um "all-around" de grande capacidade técnica, que este ano integrou o plantel profissional dos vareiros, O jogador do FC Porto, André Pereira (o gigante da equipa, com 2,00 m), um poste com boa presença física e bastante qualidade nas áreas próximas do cesto e o Benfiquista Diogo Correia, um jogador com grande facilidade na marcação de pontos.
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quarta-feira, 2 de julho de 2008
Passou por Portugal
Jobey Thomas o ex-jogador do Queluz é um dos grandes reforços do Armani Jeans Milano, equipa que vai disputar a Euroliga na próxima temporada
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terça-feira, 1 de julho de 2008
A nova Liga Portuguesa
Abaixo a descrição do modelo que eu gostava, está em Castelhano, mas espero que entendam!
Mas era possível melhorar este 12+12 se:
1-As equipas das duas "divisões" tivessem (se quisessem) o mesmo número de estrangeiros!
2-Nos primeiros doze, LPB, só os seis primeiros apurassem para o play-off, o 7º e o 8º iam discutir uma pré-eliminatória, com os 1º e 2º da Proliga. Dai saiam os dois que se juntavam aos seis previamente apurados!
3-Os dois primeiros da Proliga asseguravam automaticamente a subida!
4-O Vencedor da fase regular da Proliga era o Campeão!
5-o 11º e o 12º Classificados da LPB eram despromovidos automaticamente!
6-O 9º e o 10º da LPB, disputavam um play off, com 3º, 4º, 5º, 6º, 7º e 8º da Proliga para assegurar mais dois lugares, na LPB, da época seguinte. Os quatro últimos da Proliga disputam a permanência, 9º vs 12º + 10º vs 11º, os derrotados desciam! Os vencedores disputavam outra série, oi vencedor ficava, o derrotado disputava um play-off com o vencedor do Play-off entre 2º CNB1 Norte vs 2º CNB1 Sul, para discutir um terceiro lugar na Proliga.
Permitia-se maiores mudanças e competitividade.
Aqui vai um modelo dos inícios da ACB...
Hay quién aún añora el sistema de grupo par e impar y posterior A1 y A2 de las primeras temporadas de la ACB. Se trató de una revolución respecto al sistema de liga tradicional (como la de fútbol) existente en ese momento. El sistema era más o menos el siguiente:
Dieciseis equipos (primera y fundamental diferencia con el sistema actual) divididos en dos grupos de ocho: Par e Impar. El por qué de este nombre para los grupos va unido irremediablemente al sistema por el que cada equipo va a parar a uno o a otro: El grupo Par lo conformarán cada año el equipo que quedó segundo el año anterior, el que quedó cuarto, el sexto, etc… y el segundo ascendido; el grupo Impar lo conformarán el campeón del año anterior, el tercero, el quinto… y el primer ascendido.
Doble vuelta “estándar” en cada grupo. Los cuatro primeros de cada grupo forman la A-1 y los cuatro siguientes la A-2 arrastrando los resultados de la primera fase con los equipos con los que ya se han enfrentado. Doble vuelta “estándar” y tras ella los cuatro primeros de la A-1 están directamente clasificados para cuartos de final donde esperan que los cuatro últimos de la A-1 y los cuatro primeros de la A-2 se enfrenten en playoff al mejor de tres partidos con ventaja de campo para el mejor clasificado y cruce inverso; es decir: quinto de A-1 contra cuarto de A-2, sexto de A-1 contra tercero de A-2, séptimo contra segundo y octavo contra primero.
Los cuatro últimos de la A-2 se juegan los dos descensos en playoffs, por supuesto. Los primeros años todos los playoffs eran a tres partidos. Más adelante se pasó a poner alguna eliminatoria a cinco y posteriormente se tuvo la brillante idea de ampliar a 24 equipos con una primera fase de dos grupos de 12 y una segunda de tres grupos de ocho con un factor de corrección y unas reglas que, según dicen, no las terminaron de entender ni los que la inventaron.
Ventajas enormes de este sistema: cada partido es muy importante. En los catorce primeros te juegas entrar en la A-1 (salvación ya garantizada) o la A-2. A continuación, en otros catorce te juegas pasar la primera ronda exento o no (y en qué posición) si estás en la A-1 y si juegas playoffs por el título o por no descender si estás en la A-2. Es decir, otra ventaja: los diecieis equipos juegan playoff (aunque cuatro de ellos de descenso, vale). Además, una vez constituidos los grupos A-1 y A-2 cada semana había partidos a vida o muerte tanto por arriba como por abajo. Cada semana había un Real Madrid-Joventut o un Barcelona-CAI o un Licor 43-Barcelona o Estudiantes-Real Madrid (y con casi total seguridad, con un resultado muy importante para la clasificación final). Otra ventaja que no deriva directamente del sistema en sí: al ser 16 equipos, el nivel es mejor que en una liga de 18, 20 o 24 como llegó a ser.
Desventajas: No se juegan todos contra todos. Puede ser que, de un año para otro, los grupos Par-Impar queden algo descompesados, aunque la propia competición los corregía (y no el maldito e incomprensible factor de corrección) en el grupo A-1… o en el A-2. Desde el punto de vista del aficionado de un club modesto que no consigue pasar a la A-1 tiene la desventaja de ver sólo a los equipos “grandes” del grupo en que se encontrar en primer lugar.
¿Alguna ventaja más? ¿Alguna desventaja? Es claramente irrealizable ahora mismo, sobre todo por la reducción de equipos (¿Obradoiro?), pero tiene una virtud respecto al actual que es donde más flaquea lo que tenemos ahora mismo: mayor importancia de cada partido de “liga regular”… Más aún si inventamos cómo repartimos Euroliga y competiciones europeas y cómo cogemos a los equipos que van a la Copa.
Dieciseis equipos (primera y fundamental diferencia con el sistema actual) divididos en dos grupos de ocho: Par e Impar. El por qué de este nombre para los grupos va unido irremediablemente al sistema por el que cada equipo va a parar a uno o a otro: El grupo Par lo conformarán cada año el equipo que quedó segundo el año anterior, el que quedó cuarto, el sexto, etc… y el segundo ascendido; el grupo Impar lo conformarán el campeón del año anterior, el tercero, el quinto… y el primer ascendido.
Doble vuelta “estándar” en cada grupo. Los cuatro primeros de cada grupo forman la A-1 y los cuatro siguientes la A-2 arrastrando los resultados de la primera fase con los equipos con los que ya se han enfrentado. Doble vuelta “estándar” y tras ella los cuatro primeros de la A-1 están directamente clasificados para cuartos de final donde esperan que los cuatro últimos de la A-1 y los cuatro primeros de la A-2 se enfrenten en playoff al mejor de tres partidos con ventaja de campo para el mejor clasificado y cruce inverso; es decir: quinto de A-1 contra cuarto de A-2, sexto de A-1 contra tercero de A-2, séptimo contra segundo y octavo contra primero.
Los cuatro últimos de la A-2 se juegan los dos descensos en playoffs, por supuesto. Los primeros años todos los playoffs eran a tres partidos. Más adelante se pasó a poner alguna eliminatoria a cinco y posteriormente se tuvo la brillante idea de ampliar a 24 equipos con una primera fase de dos grupos de 12 y una segunda de tres grupos de ocho con un factor de corrección y unas reglas que, según dicen, no las terminaron de entender ni los que la inventaron.
Ventajas enormes de este sistema: cada partido es muy importante. En los catorce primeros te juegas entrar en la A-1 (salvación ya garantizada) o la A-2. A continuación, en otros catorce te juegas pasar la primera ronda exento o no (y en qué posición) si estás en la A-1 y si juegas playoffs por el título o por no descender si estás en la A-2. Es decir, otra ventaja: los diecieis equipos juegan playoff (aunque cuatro de ellos de descenso, vale). Además, una vez constituidos los grupos A-1 y A-2 cada semana había partidos a vida o muerte tanto por arriba como por abajo. Cada semana había un Real Madrid-Joventut o un Barcelona-CAI o un Licor 43-Barcelona o Estudiantes-Real Madrid (y con casi total seguridad, con un resultado muy importante para la clasificación final). Otra ventaja que no deriva directamente del sistema en sí: al ser 16 equipos, el nivel es mejor que en una liga de 18, 20 o 24 como llegó a ser.
Desventajas: No se juegan todos contra todos. Puede ser que, de un año para otro, los grupos Par-Impar queden algo descompesados, aunque la propia competición los corregía (y no el maldito e incomprensible factor de corrección) en el grupo A-1… o en el A-2. Desde el punto de vista del aficionado de un club modesto que no consigue pasar a la A-1 tiene la desventaja de ver sólo a los equipos “grandes” del grupo en que se encontrar en primer lugar.
¿Alguna ventaja más? ¿Alguna desventaja? Es claramente irrealizable ahora mismo, sobre todo por la reducción de equipos (¿Obradoiro?), pero tiene una virtud respecto al actual que es donde más flaquea lo que tenemos ahora mismo: mayor importancia de cada partido de “liga regular”… Más aún si inventamos cómo repartimos Euroliga y competiciones europeas y cómo cogemos a los equipos que van a la Copa.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Campeão despedido!

Neven Spahija, foi despedido do TAU depois de ter vencido a ACB, com um esclarecedor 3-0 ao FC Barcelona! O presidente do TAU é mesmo um tipo estranho!
Entretanto Scariolo também saiu do Unicaja de Málaga!
Entretanto Scariolo também saiu do Unicaja de Málaga!
Cá também o campeão Manuel Póvea saiu da Ovarense, embora por razões diferentes.
Muitas movimentações em Portugal e em Espanha neste verão.
sábado, 31 de maio de 2008
Que vergonha...
Fernando Tavares, vice-presidente do Benfica, garantiu que “nenhuma modalidade se extinguirá” sob a sua vigência, alertando, todavia, para “a ginástica financeira que tem de ser feita para manter vivo o eclectismo”. “Seria, aliás, um erro estratégico terminar com alguma delas, mas há que encontrar equilíbrio entre a competência e a modalidade em questão”, disse o dirigente encarnado no âmbito da inauguração da “Exposição Benfica” na Catedral da Cerveja.E, nessa lógica de redimensionamento de “objectivos face aos custos inerentes das competições”, Fernando Tavares traça o rumo a seguir pelo basquetebol do Benfica. “Este ano não havia um alvo definido. Poderíamos ter ganho a Proliga, mas infelizmente não aconteceu. Agora temos é de apostar no jogador português, na formação. Para tal temos o treinador Goran Jodic, com o qual fomos campeões nacionais de Sub-20.”No voleibol, por outro lado, o rumo é diferente. Face à “falta de massa crítica na zona Sul do País”, porque “a riqueza está no Norte”, o Benfica, segundo Fernando Tavares, vê-se forçado “a procurar valores no mercado brasileiro”.O responsável prossegue o raciocínio: “As escolas de formação e a tradição do desporto estão em Espinho, Esmoriz e Guimarães, regiões onde há riqueza de talentos e valores. Depois torna-se complicado resgatar esses jogadores da sua casa para rumarem a Lisboa. Por isso tem de apostar-se no Brasil, que é mais barato.”A imposição do limite de estrangeiros pela Federação Internacional em 2009/2010 trará novos problemas. “Quando tal acontecer, teremos de repensar a estratégia para o voleibol do Benfica.”
in "Record"
Sabado, 31 Maio de 2008 - 01:54
in "Record"
Sabado, 31 Maio de 2008 - 01:54
O Fim da Liga Profissional
Num tempo em que o profissionalismo é a moda, e acima de tudo é o caminho, em Portugal, no Basquetebol Português acaba-se com o profissionalismo.
Depois do banho de Marketing e de Promoção da modalidade que o Rugby nos deu durante o final de 2007, mais uma vez estámos no sentido inverso, eles a profissionalizarem-se, nós a andar para trás.
Quando todo o país louvava os, muitos deles, "falsos amadores" do Rugby e estes pediam maior profissionalização, todos aplaudiam, quando estes não ganharam nenhum jogo foram heroís, os HEROÍS do Basquetebol, pelo contrário, não foram idolatrados, e foram as próprias gentes do Basquetebol a querer acabar a qualquer preço com o profissionalismo.
Mas infelizmente muitos estão contentes, dirigentes, treinadores, adeptos, etc!
Ainda não se aperceberam do que estão a estragar, do quanto estão a recuar!
So há evolução com responsabilização, com profissionalismo!
Infeliz Basquetebol Português
Depois do banho de Marketing e de Promoção da modalidade que o Rugby nos deu durante o final de 2007, mais uma vez estámos no sentido inverso, eles a profissionalizarem-se, nós a andar para trás.
Quando todo o país louvava os, muitos deles, "falsos amadores" do Rugby e estes pediam maior profissionalização, todos aplaudiam, quando estes não ganharam nenhum jogo foram heroís, os HEROÍS do Basquetebol, pelo contrário, não foram idolatrados, e foram as próprias gentes do Basquetebol a querer acabar a qualquer preço com o profissionalismo.
Mas infelizmente muitos estão contentes, dirigentes, treinadores, adeptos, etc!
Ainda não se aperceberam do que estão a estragar, do quanto estão a recuar!
So há evolução com responsabilização, com profissionalismo!
Infeliz Basquetebol Português
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